Ônibus de Caxias - Versão 2.0

By: Gabriel Petersen Gomes

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Saturday, 15-Aug-2009 01:49 Email | Share | | Bookmark
Boletim de Notícias 001:

Tudo o que está acontecendo nos transportes de Caxias vai passar por aqui! É o boletim de notícias!

Nos transportes:

Machado: Recebeu mais 2 GranVia Midi II OF-1418. Prefixos RJ 162.017 e 162.030
Foto do 030: http://2.bp.blogspot.com/_JnxkpmDzrrA/SoR4C5x00EI/AAAAAAAABlw/4-M3Lp677bQ/s1600-h/Mascarello+Gran+Midi+MB+OF1418_Machado.jpg
Eles se juntam ao RJ 162.003 (o único com cobrador), que chegou em Junho, e roda na Caxias x Piabetá (Via Bongaba)

Trel: Seus novos Apaches Vip II OF-1418 já estão na garagem da Vila Maria Helena. Por enquanto não se tem maiores informações, só de que são adaptados para deficientes e possuem faixas refletivas na carroceria (obrigatório por lei)

Divina Luz: Enquanto isso, a Divina Luz não para de receber carros transferidos da Trel. Depois de ter recebido 4 Spectrun's (ex-165.103, 104, 105, 106 - sendo o primeiro numerado como RJ 611.006), 1 Gran Midi I (ex-165.350) e 2 Senior Midi's (ex-165.367 e 468), ela recebeu o tão polêmico Mega II OF-1318 reencarroçado da Trel. Na "outra vida" possuia o prefixo RJ 165.277;

Jurema: A irmã da Limousine Carioca recebeu hoje 3 Megas IV OF-1722M intercity. Prefixos: RJ 120.049, 058 e 061. Possuem 2 vistas eletrônicas dianteiras de marca Dimelthoz, um assento para deficientes e tampam buracos antigos da empresa
Fotos: http://onibusexpresso.fotopages.com

Santo Antônio: Enquanto seus novos Senior Midis DF desbundados não estreiam, a TSA dá continuidade ao processo de adaptação à norma 14022 e a emenda 14022.1 da ABNT. O terceiro carro com os balaístres de amarelo, banco para obesos, capa amarela no banco das gratuidades é o RJ 161.125, fixo da 727-I (Parque Araruama x Gramacho

Até a próxima!


Thursday, 13-Aug-2009 17:05 Email | Share | | Bookmark
Pasta 02 - Empresas Extintas - Parte 1: Luxor

Hoje, amigos, com uma sugestão do amigo Jonathan, feito nos comentários da pasta 1, inicio uma série de 4 partes, que será mensal (por que não são tantas empresas extintas de Caxias e Magé), contando sobre empresas extintas de Caxias e Magé. Para começar, um pouco sobre a Luxor Transportes e Turismo. Para isso, temos de voltar alguns anos atrás.

Década de 60 (segundo dizem, foi a sua fundação): O Brasil era bi-campeão, foi dado o golpe de estado, estabelecendo a ditadura. Os festivais de música eclodiam, com músicas de Geraldo Vandré, Caetano Veloso, Jovem Guarda e etc. Pouco se sabe sobre a fundação da Luxor, mas sabe-se que ela já operava linhas antes da mudança pro registro atual (RJ xxx.yyy). Desde dessa época, a Luxor tinha pra ser uma das melhores empresas da Baixada Fluminense. Após esta época, a Luxor não parava de crescer, que para se ter uma ideia, a pintura azul-e-creme dos anos 80, ou os ladrilhos dos anos 90, ainda são muito lembradas por todos.

Toda empresa que se preze, também há suas falhas. Nos anos 80, a empresa foi uma das encampadas durante o Governo Brizola e desde os anos 90, a empresa começou a entrar em decadência. Depois do acidente de Xerém, em 1992, a mesma entrou em crise, e após isso, a sua irmã Anatur, passou a operar no ramo urbano a partir de 1997 (antes atuava em turismo e fretamento, atendendo linhas que hoje são da Bel-Tour), com alguns Gls I ex-Braso Lisboa. Após a reestruturação, a empresa ficou com as linhas da Anatur (extinta em 2001) que atendiam à Serra Velha, à Vila Inhomirim e à Campos Elíseos. As demais, que constam no grupo II, foram vendidas para a Trel, que de quebra levou o administrador da Anatur, e que segundo consta, teria levado a Trel pra uma crise (que nem parece q termina). Com os problemas administrativos da empresa, que se arrastavam desde 92, foi vendendo as linhas aos poucos, como pode ser visto abaixo:

Grupo I: 125-C Central x Magé
464-C Central x Andorinhas
196-C Central x Guapimirim
126-I Duque de Caxias x Magé ( via Imbariê )
465-C Duque de Caxias x Andorinhas ( via Magé e Imbariê )
Castelo x Magé
Pça Mauá x Andorinhas
195-C Praça Mauá x Guapimirim

Todas estas linhas foram vendidas para a A. V. Reginas. Destas, somente a Praça Mauá x Andorinha foi pedido baixa. Aproveitou também e criou a 474-C Vilar Santo Aleixo x Central

Grupo II: 571-C Central x Nova Campinas.
469-C Central x Santa Cruz da Serra. (Hoje vai até o Passeio)
473-C Central x Bossa Nova
486-C Central x Xerém.
Central x Imbariê.
Central x Parada Angélica
Central x Capivari
Pça Mauá x Xerém

Estas linhas eram próprias da Trel, porém, vendeu para a Luxor, que por sua vez passou para a Anatur, que por sua a Trel pegou de volta.

Grupo III: 463-C Central x Piabetá
462-C Central x Piabetá. ( via Bongaba )
448-C Central x Piabetá. ( via Penha )
461-C Central x Raiz da Serra.
477-C Central x Jardim Primavera
489-C Central x Campos Elíseos.
472-C Central x Ana Clara.
Central x Parque Chuno.
471-C Central x Saracuruna.
467-C Central x Ipiranga.
466-C Central x São Francisco de Croará
Pça Mauá x Fragoso
Pça Mauá x Piabetá
Castelo x Fragoso
Castelo x Piabetá (Todas 4 últimas, rodam de manhã e a tarde)

Este grupo foi vendido para a União. Depois, criou variantes pro Passeio das linhas 461-C, 463-C, 471-C e da de Fragoso, que roda só de manhã

Grupo IV: Petrópolis x Piabetá. (operada por micros, os famosos Luxinhos)
100-N Petrópolis x Magé.
413-N Petrópolis x Nova Campinas.
410-N Petrópolis x Praia do Anil.
412-N Petrópolis x Saracuruna.
411-N Petrópolis x Imbariê.

Depois da crise, a Luxor ainda ficou operando estas linhas e chegaram a comprar Fratello XL com a pintura amarela, dos Luxinhos. Não adiantaram tanto e resolveram vender para a Transportes Machado, que prestou um serviço "porco", com carros enguiçados todo dia na Serra Velha e sendo assim, repassou de novo para a Trel, que presta um serviço bom (o único setor da Trel que tem uma operação ótima é a da Serra Velha). Porém, com a inauguração da Rodoviária do Bingen (em Petrópolis), o prefeito da época (Rubens Bomtempo) baixou um decreto proibindo a Trel e outras empresas ficarem longe do perímetro do Centro Histórico petropolitano. A União possui o registro da 412-N, porém, quem opera é a Trel, como Petrópolis x Campos Elíseos (Via Imbariê, Saracuruna e Nova Campinas). Ou seja, só 3 linhas continuam ativas, 100-N, 410-N e 412-N;

Sua frota era basicamente composta, nos anos 90, de Urbanus I (Volvo B58E, OF-1618), Urbanus II (OF-1620, OF-1620 Curto), Urbanuss I (OF-1721), Padron Cidade I (OF-1620/1721) Padron Águia (OF-1618), Torino LN (OF-1620), Padron Vitória (OF-1620 Folha única), Gls Bus I (OF-1318/1620), II e III (OF-1620, alguns ex-Anatur), Monobloco (O-365/O-371U/O-371R), Viaggio GV 1000 (Scania K-113). Enfim, agora irei mostrar uma galeria (extraída do site Cia de Ônibus) com fotos da empresa, que deixou saudades pra todos nós!


A pintura idealizada por Moacir Ramos






O período de encampação na empresa (vide a inscrição preta na lataria)









Urbanus I 1318 ex-Anatur, com a pintura da Anatur


Os famosos Luxinhos (Volare A6), operantes nas linhas executivas e na da Serra Velha




Ufa, por hoje é isso. Até a próxima!
Fotos extraídas do site: http://www.ciadeonibus.com

Contatos:
Telefone: (21) 9786-0428
E-mails: contatodacidade@yahoo.com.br / gabrielgomes_odcvptsa@hotmail.com


Wednesday, 12-Aug-2009 21:30 Email | Share | | Bookmark
Pasta 01 - História de Caxias (Pasta inaugural)

Sejam bem-vindos ao meu mais novo projeto pessoal. O Ônibus de Caxias, que como o nome diz, será totalmente direcionado a Duque de Caxias e também a Magé (munícipio vizinho). O site será atualizado na medida do possível. E, minhas intenções não são concorrer com outros sites e, mostrar curiosidades da terra do patrono do exército.

Para começar, nada melhor do que conhecer a história da cidade de Caxias:

Duque de Caxias é um município integrante da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. E situado na Baixada Fluminense. Possui uma população estimada em 864.392 habitantes (IBGE/2008).

A cidade deve seu nome ao patrono do Exército Brasileiro, Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, nascido na região em 1803.

O povoamento da região data do século XVI, quando foram doadas sesmarias da Capitania do Rio de Janeiro. Em 1568, Brás Cubas, provedor da Fazenda Real e das capitanias de São Vicente e Santo Amaro recebeu, em doação de sesmaria, 3.000 braças de terras de testada para o mar e 9.000 braças de terras de fundo para o rio Meriti, ou mais propriamente “Miriti”, cortando o piaçabal da aldeia Jacotinga. Outro dos agraciados foi Cristóvão Monteiro que recebeu terras às margens do rio Iguaçu. A atividade econômica que ensejou a ocupação do local foi a de cultivo da cana-de-açúcar. O milho, o feijão e o arroz tornaram-se, também, importantes produtos auxiliares durante esse período.

Nos séculos XVII e XVIII, a divisão administrativa de Iguaçu (na ortografia arcaica Iguassú, hoje município de Nova Iguaçu) seguia critérios eclesiásticos, ou seja, a igreja matriz assumia a responsabilidade jurídica e religiosa, administrando as capelas secundárias: as freguesias. Sendo assim, Pilar, Meriti, Estrela e Jacutinga, áreas que atualmente ocupam parte do território de Duque de Caxias, pertenciam à Iguaçu. A região tornou-se importante ponto de passagem das riquezas vindas do interior: o ouro das Minas Gerais, descoberto no momento de crise da lavoura açucareira, e o café do Vale do Paraíba Fluminense, que representou cerca de 70% de toda a economia brasileira nessa época.

Sendo os caminhos em terra firme poucos, precários e perigosos, nada mais natural que o transporte fosse feito através dos rios, onde estes existissem. Os rios não faltavam na região e, integrados com a baía de Guanabara, faziam do local um ponto de união entre esta e os caminhos que subiam a serra em direção ao interior. O Porto da Estrela foi o marco mais importante deste período. À sua volta, cresceu um arraial que no século XIX foi transformado em município.

Apesar da decadência da mineração, a região manteve-se ainda como ponto de descanso e abastecimento de tropeiros, como local de transbordo e trânsito de mercadorias. Até o século XIX, o progresso local foi notável. Entretanto, a impiedosa devastação das matas trouxe, como resultado, a obstrução dos rios e conseqüente transbordamento, o que favoreceu a formação de pântanos. Das águas paradas e poluídas surgiram mosquitos transmissores de terríveis febres.

Muitos fugiram do local que, praticamente, ficou inabitável. As terras antes salubres e férteis, cobriram-se de vegetação própria dos mangues. Em 1850, a situação era de verdadeira calamidade, pois as epidemias surgiram, obrigando senhores de engenho a fugir para locais mais seguros. As propriedades foram sendo abandonadas. A situação era de grande penúria e assim permaneceria ainda por algumas décadas.

Com a implantação do transporte ferroviário, a situação piorou consideravelmente. A estrada de Ferro D. Pedro II ligou a capital do Império ao atual município de Queimados. A produção do Vale do Paraíba passou a ser escoada por esta via, os rios e o transporte terrestre deixaram progressivamente de serem usados e os portos fluviais perderam importância. A região iguassuana entra em franca decadência.

Com a abolição dos escravos em 1888, aconteceram vários transformações na vida econômica e social da Baixada Fluminense. As obras de saneamento foram abandonadas, houve um atraso nas condições propícias à saúde e várias enfermidades surgiram. Entre elas, a malária e a doença de Chagas.

No governo de Nilo Peçanha, Meriti teve uma tímida melhoria na área do saneamento básico, contando, inclusive, com a chegada da água, em 1916, na atual Praça do Pacificador. Mas somente no governo de Getúlio Vargas, que criou a Comissão de Saneamento da Baixada Fluminense, a região avançou. Até 1945, mais de seis mil quilômetros de rios foram limpos, retirando dos seus leitos 45 milhões de metros cúbicos de terra. Com este trabalho, os rios deixaram de ser criadouros de mosquito, diminuindo em muito o número de doenças na região.

Quando a ferrovia atingiu o vale de Meriti, a região começou a sofrer os efeitos da expansão urbana da Cidade do Rio de Janeiro. Com a inauguração da The Rio de Janeiro Northern Railway, em 23 de abril de 1886, a região ficou definitivamente ligada ao antigo Distrito Federal e com a inauguração de novas estações, em 1911, pela Estrada de Ferro Leopoldina multiplicaram-se as viagens, bem como o número de passageiros em Gramacho, São Bento, Actura (Campos Elísios), Primavera e Saracuruna.

Entretanto, apesar dessa recuperação que a ferrovia trouxera, a Baixada continuava sofrendo com a falta de saneamento, fator de estancamento de seu progresso.

No início do século XX, as terras da Baixada serviam para aliviar as pressões demográficas da cidade do Rio de Janeiro, os dados estatísticos revelam que em 1910, a população era de oitocentas pessoas em Meriti, passando em 1920, para 2920. O rápido crescimento populacional provocou o fracionamento e loteamento das antigas propriedades rurais, naquele momento, improdutivas.

Apenas em 1924 instalou-se a primeira rede elétrica no município. Com a abertura da Rodovia Rio-Petrópolis (hoje rodovia Washington Luís) em 1928, Meriti voltou a prosperar. Inúmeras empresas compraram terrenos e se instalaram na região devido à proximidade com o Rio de Janeiro.

O processo de emancipação da cidade esteve relacionado à formação de um grupo que organizou a "União Popular Caxiense" (UPC): jornalistas, médicos e políticos locais. Em 1940, foi criada a comissão pró-emancipação: Sylvio Goulart, Rufino Gomes, Amadeu Lanzeloti, Joaquim Linhares, José Basílio, Carlos Fraga e Antônio Moreira. A reação do governo foi imediata e os manifestantes foram presos.

Na década de 1940, o governo federal promoveu a limpeza de mais de seis mil quilômetros de rios e construiu mais de 200 pontes na Baixada Fluminense.

O grande crescimento pelo qual passava Meriti levou o deputado federal Manuel Reis a propor a criação do distrito de Caxias. Em 14 de março de 1931, através do ato do interventor Plínio de Castro Casado, foi criado, pelo Decreto Estadual Nº 2.559, o distrito de Caxias, com sede na antiga Estação de Meriti, pertencente ao então município de Nova Iguaçu. Em 31 de dezembro de 1943, através do Decreto-Lei 1.055, elevou-se à categoria de município recebendo o nome de Duque de Caxias. Já a comarca de Duque de Caxias foi criada pelo Decreto-Lei nº 1.056, no mesmo dia, mês e ano.

Com a emancipação, o município recebeu grande incentivo em sua economia. Várias pessoas, oriundas principalmente da Região Nordeste do Brasil, chegavam ao Rio de Janeiro em busca de trabalho e estabeleciam residência em Duque de Caxias.

O Poder Executivo foi instalado oficialmente em 1º de janeiro de 1944, quando o interventor federal Ernani do Amaral Peixoto designou para responder pelo expediente da prefeitura o contabilista Homero Lara. Outras nove pessoas foram designadas posteriormente para o mesmo cargo.

O primeiro prefeito eleito foi Gastão Glicério de Gouveia Reis, que administrou a cidade de setembro de 1947 a dezembro de 1950. Depois dele vieram também, pelo voto direto, respectivamente, Braulino de Matos Reis, Francisco Correa, Adolpho David, Joaquim Tenório Cavalcante e Moacir Rodrigues do Carmo.

As eleições foram interrompidas com a decretação de Duque de Caxias como Área de Segurança Nacional pelo regime militar em 1971, tendo tomado posse o presidente da Câmara Francisco Estácio da Silva. A partir daí, por vezes contra a vontade das lideranças políticas e populares da região, foram eleitos prefeitos pela chamada ditadura militar o general Carlos Marciano de Medeiros, os coronéis Renato Moreira da Fonseca, Américo Gomes de Barros Filho e o ex-deputado Hydekel de Freitas Lima.

O município conquistou, depois de muita movimentação de lideranças políticas, empresariais, sindicais e comunitárias, a sua autonomia em 1985, tendo sido eleitos daquele ano em diante Juberlan de Oliveira, Hydekel de Freitas Lima (em 1990 deixou o cargo para assumir uma cadeira no Senado Federal), José Carlos Lacerda (vice-prefeito de Hydekel, tomou posse após sua renúncia), Moacyr Rodrigues do Carmo, José Camilo Zito dos Santos Filho e Washington Reis de Oliveira, sendo que o penúltimo retornou à prefeitura em 2009.

Outras características:
Faz divisa com os municípios de Magé, Petrópolis, Miguel Pereira, Nova Iguaçu, Belford Roxo, São João de Meriti e a capital Rio de Janeiro;
Possui 4 distritos (Centro, Campos Elíseos, Imbariê e Xerém);
É cortado pelas BR-040 (Rio-Juiz de Fora), BR-116N (Rio-Magé-Teresópolis), além da Linha Vermelha e pela RJ-101 (Av. Presidente Kennedy), sendo esta a mais longa da cidade e também, ligando mais de 20 bairros. Possui também seus ramais de trem (Ramais Gramacho e Saracuruna).


Enfim, vamos as características dos transportes da cidade:
Em Caxias são 7 empresas municipais que operam na cidade, são elas:


Há também as intermunicipais, que fazem ligações com outros municípios. As sediadas em Caxias são a Viação Vera Cruz, a Limousine Carioca, a Jurema, a Expresso. Além de outras empresas de munícipios vizinhos, incluindo de outros estados, como a Itapemirim, Expresso Brasileiro e Expr. N. Sra. da Penha. Para começarmos bem, vou postar uma galeria de fotos antigas (extraídas do site Cia de Ônibus). Depois vamos começar os trabalhos pra valer!











É isso aí amigos, espero que gostem
Fotos extraídas do site: http://www.ciadeonibus.com

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